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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Não vale à pena

E eu tenho uma mania incontrolável de dar explicação, de mostrar meus plágios baratos, minha criatividade nem tão criativa. Deve fazer uns dois dias que lembrei de um pequeno trecho de uma música. Mas só sabia quem cantava. E hoje, por incrível sorte, deparo-me com tal. E inevitável foi criar em cima disso. Ela, assim como muitas outras, fala por mim neste exato momento. Deu nome ao blog, ao arquivo do blog e relata meu sentimento. Meu pensar em relação a saudade que insisto em sentir e não mais quero. Tentarei não ser tão cansativa e repetitiva quanto no outro blog. Minha vida é muito mais do que um amor resolvido ;)



"Ficou difícil tudo aquilo, nada disso. Sobrou meu velho vício de sonhar, pular de precipício em precipício, ossos do ofício. Pagar pra ver o invisível e depois enxergar. Que é uma pena mas você não vale a pena, não vale uma fisgada dessa dor. Não cabe como rima de um poema de tão pequeno. Mas vai e vem e envenena, e me condena ao rancor. De repente, cai o nível e eu me sinto uma imbecil repetindo, repetindo, repetindo. Como num disco riscado o velho texto batido dos amantes mal-amados, dos amores mal-vividos. E o terror de ser deixada cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida, e é pra não ter recaída que não me deixo esquecer."

(Não vale à pena - Maria Rita)